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segunda-feira, 20 de julho de 2009

DEM, PSDB e PR juntos em Canavieiras.



DEM, PSDB e PR juntos em Canavieiras
Os presidentes estaduais das três legendas, participaram, neste domingo, da festa de São Boaventura, padroeiro de Canavieiras. A presença do grupo no cortejo foi bastante saudade pela população

A tradicional festa da Lavagem das Escadarias da Igreja de São Boaventura, em Canavieiras, ocorrida no domingo (12), contou este ano com a presença das principais lideranças de oposição ao governo da Bahia. O presidente estadual do DEM, o ex-governador Paulo Souto, os presidentes do PR, senador César Borges, e do PSDB, Antônio Imbassahy, foram os convidados de honra do prefeito Zairo Loureiro (DEM), que recebeu ainda a visita dos deputados federais ACM Neto, Fábio Souto e José Carlos Aleluia, além do líder da oposição na Assembléia, deputado Heraldo Rocha (DEM).
Milhares de pessoas tomaram as ruas principais da cidade para participar do cortejo, que foi puxado por integrantes do Afoxé Filhos de Gandhy, seguido por baianas, grupos escolares e fanfarras do município. Em meio ao cortejo, os líderes de oposição, que a todo instante eram parados por moradores que faziam questão de cumprimentá-los.
“Eu fico bastante alegre em poder participar, junto com toda população de Canavieiras, desta festa bonita em homenagem a São Boaventura, o padroeiro desta cidade linda e pela qual eu tenho um apreço enorme”,disse Paulo Souto.

Souto abre o bico.

SOUTO DIZ QUE NÃO VAI ESPERAR PMDB E GOVERNO WAGNER É UM DESASTRE.
www.bahiaja.com.br - 19/07/2009 - 23:13 - assesoria de imprensa. http://www.sandroregis.com.br




Foto: BJÁ
Exclusiva: ex-governador abre o verbo, anuncia candidatura e quer comparativos reais
O ex-governador Paulo Souto, em entrevista exclusiva ao BJá, disse neste final de semana que está pronto para candidatar-se a governador da Bahia, em 2010, vê essa perspectiva como natural desejo de um grupo político e da população, e considera o governo Wagner como debilitado, um desastre para o Estado.
- Em nossa época a população, o meio empresarial, as pessoas envolvidas no processo de desenvolvimento da Bahia ficaram na expectativa, diuturnamente, qual a nova empresa que viria se instalar na Bahia. Hoje, infelizmente, a expectativa é saber-se qual a empresa que vai fechar na Bahia, comenta Souto situando o momento em que passa o Estado, "sem diretriz, sem planejamento, perdendo oportunidades para o Centro-Sul e Nordeste".

Souto comenta, ainda, que sua candidatura não está atrelada ao PMDB nem vai esperar esse partido para tomar decisões. A estratégia da aliança partidária DEM/PSDB e mais PR e conversas com o PPS é tocar a pré-campanha sem medo de ser feliz, já nesta fase, com críticas ao governo Wagner e ações propositivas para os baianos.

ABERTURA PARA
NOVAS ALIANÇAS

- Já estamos falando de reconstrução da Bahia diante da fragilidade de setores estaduais, educação, saúde, segurança que estão duramente afetados pela falta de gestão, com enormes prejuízos ao Estado e sua população, diz comentando que o seu grupo não está fechado nem em redoma de vidro e aberto ao PMDB e outros partidos, porém, sem ser refém.

No entendimento de Souto o seu adversário é o governador Wanger e não Geddel. Embora, considere que o PMDB ainda seja governo porque está vinculado nas duas esferas do poder, em níveis federal e estadual.

- A nossa aliança é com o PSDB e a candidatura a presidente do PSDB, embora, não vejo isso como fundamental na Bahia para o pleito estadual porque os comparativos e as relações junto ao eleitorado serão no plano estadual, entre o nosso governo e o atual. E, desde que o governador use a realidade dos fatos e não a ficção, estamos tranqüilos e absolutos quanto a isso, comentou destacando que a proposta demonstrativa anunciada por Wagner é o melhor que a Bahia deseja "para saber a realidade, desde que ele (Wanger) use a veracidade".

Ainda, assim, admite que, se houver uma aliança maior de partidoS com o propósito de trabalhar reconstrução da Bahia seu nome não será empecilho a uma chapa consensual que possa estabelecer esse novo dia. Ou seja, se lá adiante, 2010, o PMDB deixar de ser governo (no estado) abre-se a janela para uma aliança visando derrotar Wagner e o PT.

- Não temos veto ou objeções para que o PMDB participe desse processo de reconstrução da Bahia, desde que seja sem lugar pré-determinado. Agora, fazendo-se uma aliança ampla os partidos é quem vão decidir. Vão analisar os nomes, os candidatos competitivos e decidir. Se surgir um candidato diferente do meu nome que atenda isso, por compreensão de todos, abro mão do meu nome, confessa Souto.

Para Souto, observando o outro lado, se isso acontecer em torno do seu nome, "estou pronto para o debate e não vou evitar a luta. Hoje, caminhamos com a aliança DEM/PSDB e o senador César Borges, do PR, que tem se posicionado como crítico firme ao governo Wagner, e essa aliança pode ser ampliada a depender de conversas que teremos no decorrer do processo", revela.

ACOMPANHE ALGUMAS
OPINIÕES DE PAULO SOUTO

SOBRE O GOVERNO WAGNER:

- É debilitado. Já estou falando em reconstrução de alguns setores. Na Educação, por exemplo, perdeu-se o rumo. Nosso foco era a qualidade do ensino e isso acabou. Sequer conseguem transferir os fundos constitucionais às escolas.

- Acho ótimo que ele (Wagner) queira fazer comparativos com meu governo como tem anunciado, desde que haja veracidade em suas informações. O atual governo sequer tem relatórios. No site do Planejamento encontra-se alguma coisa de 2007.

- O que ele (Wagner) tem dito em suas entrevistas não bate com a realidade. Que há 20 anos não se construía um hospital público na Bahia? Agora, mudaram os termos e dizem que é hospital público de emergência. É uma brincadeira.

- O povo vai querer saber muito mais. Agora, saber a verdade. Anunciar, agora, que Salvador é a terceira capital com cobertura de esgotos e tentar se apropriar do Bahia Azul é inconcebível. É preciso ter compromisso com a veracidade. Há falta de cuidados com os números. Há pouco tempo foi o anúncio com 10 km de estradas recuperadas, depois refeito por eles mesmos.

- Muitas das obras que estão sendo inauguradas pelo governo estadual foram iniciadas por nós. Os hospitais de Irecê e Juazeiro nós iniciamos e eles continuaram. O Hospital de Santo Antonio de Jesus colocamos a contra-partida e as obras físicas foram concluídas em 2006. Várias estradas também foram assim. Os eixos principais dos Corredores Rodoviários II. O Premar foi aprovado em 14 de novembro de 2006 com o Banco Mundial e deixamos 180 milhões de dólares para isso. Agora é que estão começando a trabalhar nessa direção.

- Em habitação é a mesma coisa. O que foi concluído até agora foram projetos deixados com a Caixa 40.000 unidades com recursos de contra-partida. Quero que me apontem uma escola nova iniciada e concluída neste governo. Todas as que foram concluídas ou estavam quase prontas ou em andamento. Mas, é claro que eles têm programas novas em áreas distintas, mas, são poucas. A estrada Senhor do Bonfim a Campo Formoso esta eles fizeram.

- Barragens? Digam uma barragem nova iniciada neste governo? Nada. Não existe. Deixamos Cristalândia, em Brumado, a ser concluída e até agora nada. Se não tivéssemos feito uma adutora por lá, hoje, estaria um caos o abastecimento da cidade. Lagoa da Torta (Iagaporã/Matina) esta nessa mesma situação. Realizamos Aimpim (Campo Formoso), França (Piritiba/Mundo Novo), Pedras Altas (Pindobaçu), Apertado, Bandeira de Melo. Eu queria ver o relatório do atual governo sobre barragens!

- Em desenvolvimento econômico qual novo empreendimento será inaugurado na Bahia? O que mais se ouve, agora, é sobre fechamento de fábricas. O Complexo Têxtil, do ponto de vista técnico, era para ter ficado na Bahia. Foi para Pernambuco. O Eteno Verde, do ponto de vista técnico e estratégico, era pra ter ficado na Bahia. Foi para o Rio Grande do Sul. Foram românticos com a matéria enquanto outros estados davam incentivos e avançaram. A Bahia perdeu tempo, não tem estratégia de ação, e os empresários começaram a ver a Bahia com olhos secundários. Decidem-se por outros estados.

- O governador fez várias viagens ao exterior sem planejamento e em missões apenas de natureza política. Quais os resultados dessas viagens até agora? Foram inúmeros roteiros internacionais para nada. Evidente que a crise mundial dificultou a vida dos governos a partir do final do ano passado. Mas, até a cultura de atrações de investimentos que cultivamos durante anos na Bahia se perdeu.

- Falam que é precária e insuficiente a infra-estrutura na Bahia. Mas, observem que o forte desse segmento está vinculado ao governo federal - portos, ferrovias, estradas. Agora, o governo do presidente Lula está aí há sete anos e meio. Essa é uma desculpa esfarrapada. Quando a fábrica da Ford se instalou na Bahia construímos o porto. Quando o Moinho Dias Branco se instalou na Bahia conseguimos sistemas de incentivos para que construíssem o porto, hoje, operando até com o escoamento da soja.

SOBRE O PMDB E
O MINISTRO GEDDEL

- Não temos que esperar o PMDB. Por ora, este partido faz parte da base do governo da Bahia e do governo federal. No momento em que o PMDB sair do governo (leia-se Geddel) e se nessa ocasião houver oportunidade de aliança estaremos prontos para isso. Não temos veto nem objeções ao PMDB. Agora, sem lugar pré-determinado na chapa. Se construirmos uma aliança maior com outros partidos eles é quem vão decidir a chapa.

SOBRE O SENADOR
CÉSAR BORGES

- Tem se posicionado de maneira firme sobre o governo atual da Bahia. Uma posição crítica que retrata bem o quadro da gestão de ineficiência atual. O senador tem feito um mandato que a Bahia aprova e nós temos dito isso há algum tempo. Temos viajado muito pelo interior e é um político e um quadro importantíssimo nesse processo de reconstrução da Bahia.

SOBRE A ALIANÇA DO
DEM COM JOÃO HENRIQUE

- É uma aliança tópica. O partido o apoiou na eleição para prefeito de Salvador, no segundo turno e mantemos uma relação cordial com o prefeito.

SOBRE A DERROTA EM 2006

- Existem muitas variáveis para explicar a derrota. Muitos problemas endógenos, desgaste natural do grupo depois de muitos anos no poder, falta de alianças políticas e a população desejava dar uma chance à oposição. Agora, o fator principal da nossa derrotada foi à capacidade de Lula ao agregar seu nome, o seu prestígio de candidato a presidente com uma eleição praticamente definida deste o início da campanha, ao nome do atual governador. Isso foi fatal para nós.

- Agora, sinto que a população, hoje, acha que foi enganada. Há muita decepção com o atual governo.

SOBRE O PESO DE GEDDEL
NO APOIO A WAGNER 2006

- Sem dúvida. Esse apoio de Geddel foi importante para a oposição da época. Embora ache que Lula foi o principal fator de desequilíbrio.

SOBRE COMPARAR WAGNER
A WALDIR PIRES

- Isso é uma injustiça com o ex-governador Waldir Pires. Naquela época, as relações do então governador com a presidência da República foram completamente distintas do que as atuais do governador com o presidente.

SOBRE NOMES PARA A CHAPA

- Temos bons quadros em nosso partido e no PSDB. Mas, prefiro não falar em nomes.

SOBRE O CARLISMO

- O momento atual é completamente diferente do passado. Isso é uma coisa real. Agora, não tenho o menor tipo de constrangimento em falar do ex-senador ACM e de sua importância para a Bahia. Eles inclusive estão querendo, ainda hoje, se sustentarem no anti-carlismo.





sexta-feira, 3 de julho de 2009

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Flavio Franco.








http://www.ipiaunoticias.com.br/



Flavio Franco um exemplo de liberdade de expressão, na cidade de Ipiaú.



sábado, 30 de maio de 2009

Jornal Opinião de Ipiaú.




Já falaram muita coisa sobre o Jornal Opinião de Ipiaú, mas ninguém pode questionar o nosso profissionalismo, principalmente a nossa luta pela verdade e pela liberdade de expressão.  Tentamos ser criativos na forma de editar o jornal, mas nunca na forma de noticiar os fatos ocorridos e principalmente nunca destorcemos a noticia.  Objetivando interesses escusos ou é políticos. Somos livres e procuramos interpretar corretamente os desejos e anseios da nossa comunidade. Se for necessário questionaremos os interesses, os valores dos poderosos do dia e nos posicionaremos mesmo nadando contra a maré, a favor de questões cruciais para a região. Ao completar 03 anos de vida, o Jornal faz dessas ações o seu currículo, enfim o seu maior cartão de visitas. E não negamos, sob hipótese alguma, a sua condição de ser um Jornal de Opinião.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Pois é.





Para bom entendedor meias palavras bastam, alias no caso nenhuma.  

Paz.



Estou com 56 de vida, tendo feito um vestibular dificílimo para entrar na Faculdade de Medicina da UFJF, cursado 06 de medicina, feito residência medica, passado em concurso para medico estatutário d0 governo do estado da Bahia, trabalhado mais de 20 anos na linha de frente, estando no momento sento perseguido, espezinhado e macrassado em detrimento de médicos não formados no Brasil. Mas sim na Bolívia, Paraguai, etc. e que recebem em dinheiro vivo para realizar plantões. Não pagão imposto de renda, nem o conselho regional de medicina!

Fica a pergunta quem autorizou tais atendimentos?

Se houvesse um óbito, quem seria responsabilizado?

Cadê o CREMEB?

domingo, 5 de abril de 2009

Autodestruição do Homem.L






Desmatamento:

 

Meio ambiente a ecologia, derrubada de matas e florestas, desmatamento da Amazônia e Mata Atlântica, crime ecológico, desflorestamento da floresta amazônica


Desmatamento na Amazônia: corte ilegal de árvores:

O desmatamento, também chamado de desflorestamento, nas florestas brasileiras começou no instante da chegada dos portugueses ao nosso país, no ano de 1500. Interessados no lucro com a venda do pau-brasil na Europa, os portugueses iniciaram a exploração da Mata Atlântica. As caravelas portuguesas partiam do litoral brasileiro carregadas de toras de pau-brasil para serem vendidas no mercado europeu. Enquanto a madeira era utilizada para a confecção de móveis e instrumentos musicais, a seiva avermelhada do pau-brasil era usada para tingir tecidos.

Desde então, o desmatamento em nosso país foi uma constante. Depois da Mata Atlântica, foi a vez da Floresta Amazônica sofrer as conseqüências da derrubada ilegal de árvores. Em busca de madeiras de lei como o mogno, por exemplo, empresas madeireiras instalaram-se na região amazônica para fazer a exploração ilegal. Um relatório divulgado pela WWF ( ONG dedicada ao meio ambiente ) no ano de 2000, apontou que o desmatamento na Amazônia já atinge 13% da cobertura original. O caso da Mata Atlântica é ainda mais trágico, pois apenas 9% da mata sobrevivem à cobertura original de 1500.

Embora os casos da Floresta amazônica e da Mata Atlântica sejam os mais problemáticos, o desmatamento ocorre nos quatro cantos do país. Além da derrubada predatória para fins econômicos, outra forma de atuação do ser humano tem provocado o desmatamento. A derrubada de matas tem ocorrido também nas chamadas frentes agrícolas. Para aumentar a quantidade de áreas para a agricultura, muitos fazendeiros derrubam quilômetros de árvores para o plantio.

O crescimento das cidades também tem provocado a diminuição das áreas verdes. O crescimento populacional e o desenvolvimento das indústrias demandam áreas amplas nas cidades e arredores. Áreas enormes de matas são derrubadas para a construção de condomínios residenciais e pólos industriais. Rodovias também seguem neste sentido. Cruzando os quatro cantos do país, estes projetos rodoviários provocam a derrubada de grandes faixas de florestas.

Outro problema sério, que provoca a destruição do verde, são as queimadas e incêndios florestais. Muitos deles ocorrem por motivos econômicos. Proibidos de queimar matas protegidas por lei, muitos fazendeiros provocam estes incêndios para ampliar as áreas para a criação de gado ou para o cultivo. Também ocorrem incêndios por pura irresponsabilidade de motoristas. Bombeiros afirmam que muitos incêndios tem como causa inicial as pontas de cigarros jogadas nas beiradas das rodovias.

Este problema não é exclusivo do nosso país. No mundo inteiro o desmatamento ocorreu e ainda está ocorrendo. Nos países em desenvolvimento, principalmente asiáticos como a China, quase toda a cobertura vegetal foi explorada. Estados Unidos e Rússia também destruíram suas florestas com o passar do tempo.

Embora todos estes problemas ambientais estejam ainda ocorrendo, verifica-se uma diminuição significativa em comparação ao passado. A consciência ambiental das pessoas está alertando para a necessidade de uma preservação ambiental. Governos de diversos países e ONGs de meio ambiente tem atuado no sentido de criar legislações mais rígidas e uma fiscalização mais atuante para combater o crime ecológico. As matas e florestas são de extrema importância para o equilíbrio ecológico do planeta Terra e para o bom funcionamento climático. Espera-se que, no início deste novo século, o homem tome consciência destes problemas e comece a perceber que antes do dinheiro está a vida de nosso planeta e o futuro das gerações futuras. Nossos filhos têm o direito de viverem num mundo melhor.

Vale lembrar:

- O desmatamento numa determinada região pode provocar o processo de desertificação (formação de desertos e regiões áridas). Este processo vem ocorrendo no sertão nordestino e no cerrado.