Mostrando postagens com marcador Um fato.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Um fato.. Mostrar todas as postagens

domingo, 3 de janeiro de 2010

Uma triste realidade.







CLÓVIS ROSSI 

30 anos

SÃO PAULO - Inicio meu 30º ano como repórter desta Folha. Como testemunha ocular da história de meu tempo, posso festejar o trânsito do Brasil, nesse período, para país quase normal, quase.
Comecei no tempo em que terroristas atacavam bancas de jornais e outros alvos, como a OAB, identificados como de oposição à ditadura. Escrevi um texto dizendo que, se se quisesse chegar aos autores, bastaria bater às portas dos DOI-Codi, os braços operacionais do mecanismo repressivo (o que se comprovaria no atentado do Riocentro, no ano seguinte).
À noite, recebo em casa telefonema do então "publisher" daFolha, Octavio Frias de Oliveira. Comenta a repercussão da nota e oferece refúgio, por alguns dias, em sua granja de São José dos Campos.
Trinta anos depois, jornalistas da Folha enfrentam riscos, mas judiciais, casos de Elvira Lobato e Frederico Vasconcelos, para ficar só nos desta casa. Mas o jornal lhes oferece advogados, em vez de refúgio. É bem melhor assim.
Faz uns 15 anos, durante um dos encontros anuais do Fórum de Davos, almocei com um jornalista português que queria saber da transição brasileira. Contei como a ditadura havia sido derrubada, digamos assim, por um Colégio Eleitoral montado por ela própria, com maioria governista, mas que elegeu um oposicionista, que se gabava de jamais ter tido nem mesmo um resfriado, mas caiu no hospital na véspera da posse e só saiu dele para outro hospital e dali para o cemitério, substituído pelo vice, que não era da oposição, mas fora presidente do partido de sustentação da ditadura, mas, não obstante, fez a transição e ainda por cima um plano econômico que lhe valeu recorde de popularidade...
Parei aí. Nem eu acreditava que tudo aquilo acontecera. Trinta anos depois, o Brasil chega ser aborrecidamente normal nesse capítulo.
Felizmente.

crossi@uol.com.br

sábado, 30 de maio de 2009

sexta-feira, 29 de maio de 2009

As 05 Autoclaves.

Achamos uma das 05 autoclaves no Hospital Geral de Ipiaú.
Jornal Opinião de Ipiaú.
A autoclave do Hospital Geral Prado Valadares, igual a do Hospital Geral de Ipiaú.


As 05 Autoclaves ou a historia que eu não vou contar: O Hospital Geral Prado Valadares recebeu esta semana um novo Autoclave, este equipamento vai solucionar um grande problema que o HGPV tem convivido nos últimos anos com o uso de equipamentos pequenos e que dão defeito rotineiramente, provocando sérios transtornos para a Unidade Hospitalar, além de custos com manutenção. A nova Autoclave tem capacidade da câmara de esterilização de 360 litros, é um equipamento sofisticado fabricado de acordo com as normas e padrões definidos pela ANVISA, INMETRO e ABNT – Associação Brasileira de normas Técnicas. Os equipamentos atuais são antigos e com capacidades de 50 e 100 litros, os quais não satisfazem mais a demanda de esterilização de material cirúrgico da Central de Material Esterilizado, com o aumento da demanda de procedimentos. Este equipamento faz parte de um lote de autoclaves adquiridos pela SESAB recentemente através de licitação pública para equipar os Hospitais da Rede Própria. O equipamento foi descarregado com auxílio de caminhão muque, pois pesa mais de 1 tonelada, o porte do Autoclave é inédito na cidade. O Hospital Geral de Ipiaú, mesmo sem fotografia, também ganhou uma das 05 autoclaves. Bem, já a historia eu não vou contar não.